Mostrar mensagens com a etiqueta OQO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta OQO. Mostrar todas as mensagens

sábado, 21 de novembro de 2015

A máscara do leão

A máscara do leão é uma história que eu adoro. Já a contei imensas vezes e já a trabalhei tantas outras na minha sala. Adoro o texto, as ilustrações, a cor e principalmente a mensagem que ela passa. Hoje trago o resumo pelas mãos da própria editora:

Uma noite, o papá Leão foi visitar o pica-pau e encomendou-lhe uma máscara leve como uma pluma, fria como o ódio e vermelha como a ira. 


 A passagem para a idade adulta do chamado a ser Rei da Selva é usada por Margarita del Mazo como um argumento contra clichês, convencionalismos e estereótipos. Consequentemente, este álbum torna-se numa crítica às vidas regidas sobretudo por aquilo que os outros esperam de nós, e alerta sobre a enorme infelicidade que provoca a dificuldade de alcançar algo tão simples, e paradoxalmente tão complicado, de ser ele próprio. 




A organização cromática (vermelhos, amarelos, azuis) das ilustrações de Paloma Valdivia reforça a localização geográfica da história e a sua carga dramática, o que não é incompatível com a idoneidade de umas cores que acentuam o carácter positivo e alegre dos protagonistas, para transformar as imagens num solvente complemento da carga narrativa do texto. O trabalho da ilustradora chilena destaca-se também pelo alto grau de iconicidade das personagens, significativo no caso das secundárias, e em perfeita simbiose com o domínio das que ocupam os primeiros planos, deleitando-nos com estilizados esquematismos gráficos e uma figuração tão pessoal como reconhecível. 

in www.oqo.es



O Texto é de Margarita del Mazo, as ilustrações são de Paloma Valdivia e quem nos traz esta história é a editora OQO. 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os três Porquinhos

Quem não conhece a história dos Três Porquinhos? As histórias tradicionais fazem parte do imaginário de todos nós. Para muitos são as primeiras histórias escutadas... seja pela voz dos pais, dos avós, da educadora. Muitas histórias tradicionais têm sido reproduzidas em livros recentes com ilustrações magníficas que cativam os mais novos. Hoje trago o livro da OQO dos Três Porquinhos.


"O porquinho mais pequeno não tinha muita vontade de trabalhar e fez, para se abrigar, uma casa de palha. O do meio trabalhou mais e fê-la de madeira, e o mais velho trabalhou muito para construir uma casa de tijolo. E quando o lobo chegou e soprou e soprou…"



Os três porquinhos é uma das narrações tradicionais mais conhecidas e de maior aceitação entre os mais pequenos. Na OQO o texto adpatado é da Raquel Méndez e as ilustrações são da Helga Bansch. Um livro para todos!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

CROCO

Hoje trago um livro para todas as idades: desde os mais pequeninos aos mais crescidos. Uma história deliciosa que aborda o ciclo da vida, o crescimento e o nascimento de um irmão.

"As crianças aprendem quase sem ter consciência da sua própria evolução. Croco, apesar de que ainda ser pequeno, reflecte uma certa maturidade no facto de que ser capaz de fazer frente às suas necessidades e tenta demonstrar uma conduta independente.

Em todo o caso, o nascimento de um irmão é algo fabuloso que implica mais vantagens do que inconvenientes. Por isso, qualquer temor em relação a que se venha a gerar um conflito fica totalmente diluído quando o pequeno entende que não precisa de rivalizar por afecto.


Croco tinha fome, mas a mamã crocodilo tinha que vigiar o ninho. No ninho estava um ovo e no ovo… um irmão. Croco partiu disposto a caçar sozinho, mas ainda era pequeno e não estava habituado a ter que encontrar a sua própria comida.

Uma história simples, narrada com musicalidade por parte de Roberto Aliaga e recriada em ilustrações ternas e coloristas de Minako Chiba. Deste modo, as imagens permitem a abordagem, a aproximação e a cumplicidade com os sentimentos e emoções do protagonista." in OQO

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

A coisa que mais dói no mundo

A propósito deste post (da mãe de uma menina da minha sala) lembrei-me de trazer hoje esta história:

"Numa ida à pesca, a lebre e a hiena conversam: “A mentira é a coisa que mais dói no mundo”, disse a lebre; e a hiena desatou a rir. Para levar a cabo a difícil tarefa de comprová-lo, a lebre irá elaborar, à porta do palácio, um “bolo” muito especial que provocará a cólera do rei; depois vai contar com a cumplicidade das moscas, peritas em ca... calcular e perceber todo o tipo de cheiros, que irão procurar entre todos os animais, o culpado de semelhante obra.


A hipótese que a lebre formula, o que mais dói no mundo é a mentira, vai ser demonstrada através de um relato fantástico e divertido que provocará no leitor, para além de gargalhadas, reflexão e uma resposta emocional.


Durante séculos, os contos foram, em muitas povoações de África, a primeira escola. Ainda que cada lugar possua o seu estilo particular para abordar uma história, os contos tradicionais africanos para além de impregnados de conteúdo simbólico, encerram conhecimentos e sabedoria ancestral; é comum encontrar neles meditações cosmológicas e filosóficas sobre a vida, reviver valores esquecidos, tratar de educar e guiar os indivíduos e, como neste caso, transmitir ensinamentos. A hiena, que encarna neste conto o carácter hipócrita e ruim de alguns seres humanos, experimentará na sua pele o amargo sabor da mentira.

As ilustrações de Roger Olmos apresentam personagens expressivas, hiperbólicas, carregadas de humor. Com traço preciso e agudo, dá a sua visão pessoal de uma história que, através de um divertido exercício de escrita, nos aproxima da palavra, do pensamento e da herança cultural da Costa do Marfim."
in site da OQO


Melhor Álbum Ilustrado, em 2006, o texto é de Paco Liván, história criada a partir de um conto popular da Costa do Marfim.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Caracois

A OQO lançou há algum tempo uma nova colecção de livros dedicados especialmente à primeira infância. A verdade é que Portugal falha, um bocadinho, nos bons livros para os meninos mais pequeninos. Ainda assim, começam cada vez mais a aparecer bons livros dedicados a esta faixa etária, como estes que hoje vos trago.

A editora diz, da melhor forma, o que penso sobre estes livros e por isso, sem meias palavras, aqui transcrevo, sublinhando as partes chave:

"Atendendo à importância que têm os livros ilustrados para o desenvolvimento nas idades precoces, abrimos esta colecção com especial cuidado na selecção de conteúdos, na apresentação de imagens e na construção literária.

Cinco relatos breves, relacionados mas independentes, expõem temáticas próximas aos pré-leitores: a exploração do mundo, a contemplação da natureza, a descoberta da amizade...


A leitura das imagens proporciona situações e personagens com que o leitor se identifica. Por isso, pode construir a sua perspectiva sobre o mundo e experimentar surpresa e várias outras emoções. Ao mesmo tempo, desenvolve a compreensão acerca das relações com os outros. Assim, a colecção NANOQOS oferece a possibilidade de a criança se familiarizar com a letra impressa antes de iniciar formalmente os processos da leitura e da escrita, combinando prazer e entretenimento."


Os livros, para além de todas as características atrás mencionadas, são cartonados, por forma a facilitar o manuseamento por parte dos pequenos leitores. Cá pela escola, já fazem um enorme sucesso!!!

Esta colecção de cinco livros traz-nos umas ilustrações deliciosas de André Letria e texto da autoria de Armando Quintero. Não percam!!!

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Os três ursos

Os três ursos, ou a Caracóis de Ouro, ou ainda a Cachinhos Dourados é uma história tradicional anónima, popularizada pelo poeta britânico Robert Southey, que em 1837 a publicou dando a conhecer o conto a aos leitores do seu país.

Na versão de Southey a indesejável intrusa era uma velha. Em 1849, Joseph Cundall publicou o seu Treasury of pleasure books for young children com uma nota onde explicava os motivos que o levaram a substituir a velha por uma menina mais simpática aos olhos dos pequenos leitores.

As versões desta história são infindáveis, é o que há de especial nos contos tradicionais: de cada boca uma história diferente que encanta sempre!


Finalmente (na minha opinião) chega-nos uma boa versão, com cativantes ilustrações, desta história conhecida de todos. Vem pelas mãos da OQO com texto de Marisa Núñez, baseado no conto tradicional e ilustrações de Minako Chiba. A não perder!!!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Chocolata

Hoje trago a Chocolata... não é uma novidade, mas é um livro que eu adoro. Hoje, como o reli, resolvi recomendá-lo aqui:

A protagonista desta história é a Chocolata, uma hipopótomo fêmea, bem vaidosa que sai do seu habitat natural para passear na agitada cidade. A história cativa pela ilustração de inspiração africana e pela narrativa humorística! Afinal uma hipopótamo de ténis que apagam e acendem, e que come num restaurante vegetariano, é só por si hilariante.

"Um relato sobre as ilusões, os desejos, a amizade, a importância da experiência e o valor daquilo que temos muito perto. Um álbum em que o texto e a ilustração se completam de tal forma que uma leitura sem imagens nos evocaria uma história diferente." in OQO

O livro é da OQO - o texto de Marisa Núñez e as ilustrações de Helga Bansch.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Corre corre Cabacinha

Uma das histórias que melhor me recordo da minha avó contar quando era pequena é a história "Corre, corre cabacinha". Hoje encontrei este vídeo e achei que tinha de partilhar... Adorei!!!




Contadora: Olivia Brissos
Local: Beringel
Concelho: Beja


Numa versão mais actual mas igualmente tradicional a OQO traz-nos esta história escrita por Eva Mejuto e ilustrada por André Letria, conhecido e premiado ilustrador português.


Uma verdadeira delícia!!!